Dicas para o seu animal
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Seção: De Olho na Clínica Veterinária
Criado em: 8/5/2010
TRATAMENTO DE PÊNFIGO FOLIÁCEO COM PENTOXIFILINA – Relato de caso.
TRATAMENTO DE PÊNFIGO FOLIÁCEO COM PENTOXIFILINA – Relato de caso.
ZIEGLER, C. M.¹; PACHECO, E. N. S.² 1- Especialista em Dermatologia pela FMVZ-USP/ Médico Veterinário do Setor de Dermatologia -Hospital Veterinário Santa Inês, São Paulo - SP 2 – Médico Veterinário – Hospital Veterinário Santa Inês, São Paulo - SP
O Pênfigo foliáceo é uma dermatopatia auto imune. Formam-se anticorpos contra desmogleína tipo I, estrutura que faz a coesão entre os queratinócitos. Quando são destruídas os queratinócitos perdem a sua estrutura normal, dando origem as células acantolíticas, e conseqüente formação de pústulas. As lesões cutâneas mais comuns são crostas melicéricas e pústulas; o prurido varia de moderado a intenso. O exame para confirmar o diagnóstico é o histopatológico que deve ser prefencialmente coletado de uma pústula integra. Observando no exame a presença de células acantolíticas o diagnóstico é confirmado. O tratamento indicado é a prednisona na dose de 1 a 4 mg/kg a cada 24 hs, porém em alguns casos esse medicamento não funciona ou torna-se refratário, então se tem a indicação para uso de outros imunossupressores como azatioprina, o clorambucil entre outros. Atendeu-se no Hospital Veterinário Santa Inês um cão de raça SRD, fêmea, de 14 anos de idade, apresentando prurido intenso , eritema em lençol, pústulas por todo corpo, concentrado principalmente em região abdominal. Há 18 meses o animal vinha sendo atendido por colegas e sido medicado com antibióticos (Cefalexina, Amoxicilina, Enrofloxacina) e uso de corticosteróides de longa ação, com periodos de melhora sazonal. Foi realizado biópsia de uma pústula em região abdominal e histopatológico e assim confirmado o diagnóstico de pênfigo foliáceo. Foi instituída a corticoideterapia de 1 mg/kg, após 50 dias houve melhora do quadro e regressão das lesões, porém o proprietário referia emagrecimento severo, poliúria, polidpsia e polifagia,. Então foram realizados novos exames: hemograma, uréia, creatinina, ALT, FA, triglicérides, colesterol e glicemia, onde foi diagnosticado Diabetes mellitus, provavelmente iatrogênica.
Então foi necessário a dimuição da dose de corticóide para dias alternados e ínicio do tratamento da Diabetes com insulina NPH duas vezes ao dias.
Houve controle da glicemia após 6 dias, porém as lesões reicidivaram. Optou- se assim pelo uso da pentoxifilina na dose de 15 mg/kg duas vezes ao dia, com total regressão das lesões após 30 dias. Logo após a cura das lesões houve tentativa de diminuição da dose para 10 mg/kg duas vezes ao dia, porém houve reicidiva de algumas pústulas. Após um ano o animal continua o controle da Diabetes melittus com sucesso, também sendo medicado com pentoxifilina 15mg/kg duas vezes ao dia até o momento.
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Seção: De Olho na Clínica Veterinária
Criado em: 8/5/2010
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM CÃO DEVIDO AO USO PROLONGADO DE KETOPROFENO – RELATO DE CASO
INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM CÃO DEVIDO AO USO PROLONGADO DE KETOPROFENO – RELATO DE CASO
Pacheco, E.N.S. 1
Rosalem, J. C., 1
Ferreira, V. A. 1
Ziegler, C. M. 1
1- Médico Veterinário do Hospital Veterinário Santa Inês ,São Paulo -SP
Os antiinflamatórios não esteroidais (AINES) são utilizados com freqüência na clínica médica de pequenos animais e têm bons resultados em cães com problemas musculoesqueléticos. O ketoprofeno é um antiinflamatório inibidor de COX1 e COX2, que promove o bloqueio da síntese de prostaglandinas. As prostaglandinas possuem pequeno papel na manutenção da circulação sangüínea renal em estados normais; porém, são importantíssimas quando o volume circulante está reduzido. O bloqueio da síntese de prostaglandinas pode causar efeitos indesejáveis como nefrotoxicidade, problemas hemostáticos e toxicidade gastrintestinal. Nos rins, pode levar a uma redução do fluxo sangüíneo renal, causando lesão hipóxica. As lesões renais causadas pelo uso de AINES são diversas, como insuficiência renal aguda, insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, nefrite intersticial e alterações no metabolismo de água, sódio e potássio. A indução da insuficiência renal aguda por AINES é caracterizada inicialmente por oligúria e azotemia, que na maioria dos casos podem ser revertidas com a administração de fluidoterapia intravenosa. Em animais com nefropatias, hepatopatias, coagulopatias, desidratados, hipotensos e com úlceras gastrintestinais deve ser evitado o uso de AINES. O objetivo desde trabalho é relatar um cão da raça Pit Bull, com 2 anos de idade, que foi atendido no Hospital Veterinário Santa Inês apresentando claudicação de membro pélvico direito. Na radiografia foi observada área de esclerose em ísquio e deslocamento cranial de platô tibial. Ao exame físico, constatou-se ruptura de ligamento cruzado cranial. O mesmo animal estava sendo tratado em colega há 12 dias com aplicações subcutâneas diárias de ketoprofeno. O proprietário relatou hiporexia há 2 dias. O exame bioquímico revelou aumento acentuado dos níveis séricos de creatinina (4,2UI/L) e uréia (206mg/dl). O exame ultrassonográfico revelou áreas de hipoecogenicidade em córtex renal, compatíveis com infarto renal. O animal foi conduzido a tratamento com fluidoterapia diária e suporte com ranitidina e metoclopramida. Mesmo após suspender o uso de ketoprofeno e iniciar o tratamento na tentativa de reverter a azotemia, o animal apresentava anorexia, apatia, emese e diarréia. Esse animal recebeu tratamento intensivo durante 15 dias consecutivos, porém, os menores valores de creatinina e uréia obtidos foram, respectivamente, 3,8UI/L e 142mg/dl. Mesmo com a discreta melhora nesses valores, o animal permanecia com a sintomatologia descrita anteriormente. Acredita-se que este animal apresentava alguma predisposição a lesões renais, sendo evidenciados os sintomas após a utilização prolongada de ketoprofeno.
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O que molda o comportamento dos cães?
Diversos fatores podem influenciar o modo como age um cão, saiba quais são:
Raça ou criação?
A pergunta que mais ouço é: O que determina o comportamento de um cão? A raça ou a criação?
A reposta quase sempre frustra porque não é simples.
As pessoas gostariam que elas fossem simples e de preferência, que confirmasse o que pensa. Mas a tentativa de simplificá-la demais pode resultar em preconceitos relacionados com o comportamento das pessoas ou das raças de cães.
Temperamento:
Podemos dizer que o temperamento reflete a maneira como o cão sente as coisas. Reações como o medo, curiosidade e agressividade diante de um estranho são influenciadas pelo temperamento. Um cão medroso, por exemplo, tenderá a se encolher diante de situações novas ou que considere perigosas. A partir de uma pequena diferença de temperamento, podem ser desenvolvidos comportamentos completamente distintos.
Entre dois cães que tem medo de outros cães, um poderá ficar mais medroso se nunca interagir com exemplares da espécie e o outro poderá, aos poucos, perder a fobia caso passe por experiências positivas. Da mesma forma se dois cães ficarem atrás de um portão em ocasiões diferentes, o mais agressivo poderá se sentir provocado pelos passantes que se assustam ao vê-lo, enquanto o mais dócil poderá receber carinho dessas pessoas. Com o tempo, as diferenças entre os dois ficarão mais evidentes. Um se tornará bem agressivo e o outro, bastante dócil.
Tipos de temperamento:
O maior estudo sobre a classificação de cães por tipo de temperamento levou em consideração mais de 15 mil exemplares. Foram determinadas as seguintes classes: Brincalhões, curiosos ou medrosos, interessados em perseguir coisas, sociáveis e agressivos. De acordo com as classes de temperamento nas quais um cão se enquadra, é possível saber como ele se comportará diante de estímulos. Por exemplo, um cão brincalhão e medroso brincará quando estiver em lugar conhecido, mas ficará acuado em ambiente desconhecido.
Efeitos da raça:
Na média, cães de raças diferentes podem ter comportamentos distintos. Muitos mais Labradores correm atrás de bolinhas do que Akitas. Por quê? Porque, na média, correr atrás de objetos é mais típico do temperamento dos Labradores. Golden Retrievers costumam ser mais sociáveis com estranhos do que Rotweillers.
Portanto, a raça à qual o cão pertence pode ter sim, influência no comportamento.
Mas há muitas exceções. Sempre que definimos o temperamento de uma raça, devemos ter em mente que é na média. Em nenhuma raça todos os indivíduos têm o mesmo temperamento.
Rotweillers mansos e Golden Retrievers agressivos não são tão raros quanto se costuma imaginar.
Educação e ambiente
Não devemos subestimar o poder do ambiente sobre o comportamento dos animais. Um cão pode aprender a controlar o temperamento agressivo ao receber educação. O exemplar de temperamento medroso pode deixar de temer gente se tiver contato com muitas pessoas de maneira correta e se as associar a coisas boas. É possível mudar com facilidade alguns comportamentos pela educação, mas outros são dificílimos de alterar. Transformar em corajoso um cão medroso, quando possível, exige muito trabalho.
Quanto antes se percebe como é o temperamento de um cão, tanto maiores as chances de controlar sua influência sobre o comportamento dele. Essa avaliação, em conjunto com a adoção de um programa específico de adestramento, pode ajudar a evitar problemas futuros para o cão e para a família.
Função original
Parece óbvio que cães de guarda sejam mais agressivos e que cães de caça gostem de perseguir coisas, por exemplo.
Mas por mais estranho que possa parecer, não é o que demonstram os estudos recentes sobre comportamento. Ou seja, dizer que uma raça tem este ou aquele temperamento por causa do grupo em que está inserida- guarda, caça etc. Já era!! A explicação mais plausível é que nas últimas décadas, a seleção artificial feita pelo ser humano modificou muitas aptidões originais de raças. Como exemplo, podemos citar Pit Bulls trabalhando em resgate de pessoas nos Estados Unidos e inclusive no Brasil, função na qual o cão não pode demonstrar nenhuma agressividade, apesar de o Pit Bull ter sido desenvolvido para ser agressivo.
Se você quer ver mais informações sobre o mundo canino acesse nosso site...
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Seu cão e gato se assustam com fogos?
Muitos cães e gatos se assustam com fogos, mas outros não. É o que informa uma enquete feita entre 17 de junho e 17 de julho de 2006. Participaram 532 proprietários, de 1.390 cães e 326 gatos.
Mostraremos aqui alguns comentários.
Sim se assustam!
- Por causa do estresse causado por fogos, no final de ano perdi uma York Shire por parada cardíaca.
- Meu cão de 11 anos treme, passa mal e tem que tomar Gardenal em toda copa e Réveillon.
- O meu treme inteiro e o coraçãozinho acelera demais.
- Minha Rottweiller fica paralisada de medo.
- Um Pastor pulou um muro alto durante os fogos de Ano Novo e nunca foi encontrado.
- Já deixamos de viajar no 31 de Dezembro para amenizar o pavor que nossos bichinhos sentem.
- De tanto medo, no ano novo meu cão fez xixi no chão da sala.
- Minha cachorra corre a casa toda e fica com a língua roxa.
- Meu Poodle ao ouvir “Goooollll” late desesperado- sabe que em seguida vêm os fogos.
- O meu ficou com medo depois que soltaram bombinhas na garagem onde estava.
- A minha Basset Bia treme de medo, esconde a cara e fica ofegante.
- Ao ouvir fogos, meus Schnauszers se escondem sob as cobertas e uma uiva.
- Meus cães se protegem um ao outro.
- Ponho algodão nos ouvidos delas e fico perto, para amenizar.
- Fogos é uma crueldade contra nossos amigos- deveriam ser proibidos.
Não se assustam
- Desde novos, associei o barulho com coisas boas, como brincar, e os meus ficam tranquilos com os fogos.
- Quando filhotes, eu brincava com os meus e os distraía dos fogos. Hoje, eles não se importam com o barulho.
- Meus filhos brincam com bolas de sopro e meus cães, desde bebês adoram quando estouram e não se assustam com os fogos.
- Bato palmas e digo viva quando ouço barulhos de fogos. Meus dois cães saem correndo, latem e investigam.
- Minha cadela tinha medo, mas deixou de se assustar, pois mostrei que não precisa ter medo.
- Meu teckel, ao ouvir fogos, late, corre para ver, volta e come ração ou rói um osso rapidamente.
- Depois que a levamos a festas juninas várias vezes, a minha Poodle deixou de se assustar com os fogos.
- Desde bebês acostumei minhas cadelas com “estouros” de sacos plásticos e elas não se assustam.
- Meus animais participam comigo das festas de fim de ano e não se assustam com os fogos.
- Meu schnauszer mini, de tão relaxado com os barulhos externos, dormiu no jogo do Brasil x Croácia!
Gostam
- Quando o Brasil fazia gol minha cadela ia para o portão, latia e pulava como se comemorasse também! Legal, né?
- O meu sobe na janela para ver os fogos.
- Porthos, nosso Buldogue Francês, quer estar no meio dos fogos e ver o que acontece.
- Desde cedo fiz princesa, minha Poodle Toy, achar que fogos eram farra. Ao ouví-los, ela vem pedir colo para vê-los na janela.
- Nossa Pug não se incomoda e vai ver os fogos mais luminosos na varanda.
Enfrentam
* Minha York Daya,de 1 ano e 7 meses,late brava quando ouve fogos!
* A qualquer estouro os meus vão até o portão e latem e o Poodle quer ir para perto dos fogos.
* A minha Cocker dourada fica brava,olha o céu e late. Acho lindo!!
* O meu cão sai disparado e late. Acho que se ele vir uma bombinha no chão é capaz de mordê-la.
* Os meus latem muito bravos para fogos, cornetas e apitos.
Envenenar animais é um crime previsto na Lei de Crimes Ambientais.
Nesta Lei consta que, quem praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos é penalizado com detenção de três meses a um ano e multa. Mas se o acusado praticou um crime de menor gravidade (como é considerado o envenenamento de animais) e não cometeu delito nos últimos cinco anos, a Lei permite ao Juiz substituir a pena de detenção por multa revertida em bens como cestas básicas e cobertores ou prestação de serviços à comunidade.
Para castigar ou, ao menos, incomodar o envenenador, deve-se evidenciar a autoria dele e sua intenção em cometer o crime. Ao encontrar um animal morto com suspeita de envenenamento, tire várias fotos em vários ângulos, para mostrar onde foram encontrados o animal e os restos do alimento suspeito de conter veneno. Leve tudo (o animal e o alimento) para um veterinário pois ele poderá encaminhá-lo a um órgão competente para fazer a necropsia e emissão de um laudo oficial da causa da morte. Consiga testemunhas ou outros fatos relacionados ao envenenamento. Já de posse do laudo e com as fotos, vá a delegacia com as testemunhas munidas de RG e faça um BO (Boletim de Ocorrência).
Se além de matar o animal, o veneno venha a afetar alguma pessoa, o crime torna-se mais grave, podendo ser qualificado como tentativa de homicídio.
Como Proceder em casos de ameaça de envenenamento :
Texto extraído do web site da PEA - www.pea.org.br
Por Dra. Maria Cristina Azevedo Urquiola - Advogada
Como proceder quando alguém ameaça envenenar seus animais, queixa comum quanto a gatos e cães.
1º) A “ameaça” é um crime e está previsto no art. 147 do Código Penal (Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa).
Segundo os penalistas como Julio Fabbrini Mirabete, a ameaça deve ser capaz de intimidar, aquela capaz de restringir a liberdade psíquica da vítima, com a promessa da prática do mal grave e injusto. O “mal” de que fala a lei, é justamente esse envenenamento que pode matar, bem como outro mal qualquer como ferir, mutilar o seu animal. O crime se consuma no momento em que a vítima toma conhecimento da ameaça.
A ameaça é crime que se apura mediante representação da vítima ou de seu representante legal, na Delegacia de Polícia.
Na dúvida sobre registrar a ameaça de envenenamento em Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência, fui pessoalmente à Ouvidoria da Polícia, que me orientou registrar um B.O. com o título "Preservação de Direitos".
Faz-se necessário, portanto, o registro de Boletim de Ocorrência por infração ao Código Penal a fim de resguardar os seus direitos conferidos pelo art. 5º da Constituição Federal (vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade) e os dos animais, protegidos pela Lei Federal n.º 9.605 de 1998, para que no futuro possa ser acionado o Réu no Poder Judiciário.
Você, querendo, pode pedir para consignar que em virtude da ameaça você tem medo de sair de sua casa e, ao voltar, encontrar suas crianças envenenadas, além dos seus animais.
Não se esqueçam de que a nossa Polícia Preventiva está aí para: Proteger a coletividade, Assegurar direitos, Manter a ordem e o bem-estar, Efetuar prisões em flagrante e de egressos das prisões.
2º) Você conhece o excelente “MODELO/ ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DA “NOTÍCIA CRIME”, que o Instituto Nina Rosa divulgou elaborado pela advogada ambientalista Dra. Viviane Cabral? Preste atenção a mais esta dica:
Esse modelo apresentado nada mais é senão a efetivação do direito garantido no inciso XXXIV do art. 5º da Constituição Federal, onde: “são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direito ou contra ilegalidade de poder; (...)”.
Você pode apresentar a "Noticia Crime", sem a necessidade de estar acompanhado de um advogado para isso e fazer a sua própria petição à Delegacia de Polícia, caso você, por algum impedimento, não pôde lavrar seu Boletim de Ocorrência nos órgãos da Segurança Púbica.
O Direito de Petição cabe a qualquer pessoa, física ou jurídica, por indivíduo ou grupo de indivíduos, por nacionais ou estrangeiros e pode ser dirigido a qualquer autoridade do Legislativo, do Executivo ou do Judiciário, QUE TEM O DEVER DE SE PRONUNCIAR SOBRE ELA, acolhendo-a ou não, com a devida motivação.
Fonte : Tribuna Animal
Seção: Zago Matérias
Criado em: 23/4/2010
Ter um cachorro pode ser mais saudável do que ir à academia
Ter um cachorro pode ser mais saudável do que ir à academia.
Se você é do tipo que sempre pensa em começar uma rotina saudável de corridas, aeróbica e musculação na academia, mas acaba deixando para depois, saiba que há um jeito mais estimulante, divertido e até mais eficaz de fazer exercício: levar o cachorro para passear. Pelo menos é o que sugere um estudo feito na Grã Bretanha com 5 mil pessoas, dentre elas 3 mil donos de cachorros, publicado no site jornalístico Telegraph.
A conclusão é baseada no tempo gasto para cada atividade. Levando-se em conta que os passeios caninos são feitos duas vezes ao dia, com média de 24 minutos de duração, mais três passeios mais longos por semana, num total de 2h e 33 min. pode-se dizer que quem acompanha os cães durante as caminhadas faz em torno de 8 horas de exercício por semana.
Por outro lado, os outros entrevistados gastam apenas 1h e 20 min. por semana com exercícios em academia ou ao ar livre - sendo que 47% dos que não possuem cachorros admitiram não fazer qualquer tipo de exercício.
De acordo com o Telegraph, a diferença não é só o tempo gasto, mas também no prazer que a atividade gera. Apenas 22% dos que têm cachorro sentem que as caminhadas são uma obrigação e não um lazer, enquanto 70% dos que fazem academia consideram essa rotina uma tarefa.
Isso se reflete no comprometimento de cada um: mesmo com o tempo apertado, 60% dos donos de cães acham uma brecha para levar seus companheiros para passear. No entanto, 46% dos freqüentadores de academia costumam achar "desculpas" para faltar às aulas.
Fonte : Terra
POSSE RESPONSÁVEL -
Para ser um bom dono você deve praticar!
Um dono responsável é aquele que:
- vacina o cão anualmente;
- passeia com o cão todos os dias, para que ele se exercite e se socialize com outros cães e com as pessoas;
- oferece ao animal um alimento balanceado, próprio para cães, evitando dar comida caseira;
- mantém limpo o local onde o cão fica, com água fresca à disposição;
- procura o médico veterinário quando o cão adoece, e não tenta medicá-lo por conta própria;
- dá para o animal medicamento contra vermes (vermífugo) periodicamente.
- usa sempre coleira e guia ao levá-lo passear na rua;
- coloca uma identificação na coleira do cão para que ele possa ser devolvido em casos de perda ou fuga do animal;
- recolhe as fezes do cão em locais públicos;
- no caso de cães de guarda, toma medidas de segurança para que o cão não venha a ferir pessoas ou outros cães: adestramento básico, muros altos, portões sempre fechados, uso de guia, placas de sinalização indicando a presença de cão de guarda;
- não permite que seu animal acasale indiscriminadamente, o que gera um grande número de cães sem donos nas ruas.
- não permite que seu cão viva solto nas ruas.
Se você já pratica tudo isso, você é um dono responsável. Se ainda não pratica, adote a "posse responsável" como conduta. Temos certeza que você, seu cão e a comunidade conviverão muito melhor!
Zago adestramento, a favor e lutando pela posse responsável !
Treino para evitar atropelamentos
Atropelamentos de cães são muito comuns e na maioria das vezes resultam em morte. Esses acidentes podem acontecer por motivos bastante corriqueiros, como a fuga do cachorro pelo portão ou quando a guia escapa da nossa mão. Para aumentar a segurança do cão, o jeito é ensiná-lo a atravessar a rua só sob comando e ao nosso lado.
Como?
Primeiro, o cachorro deve aprender que está proibido de pisar na rua, mesmo que o dono pise.
Comece levando-o por uma calçada, com guia curta e coleira ou enforcador. Enquanto estiverem andando na calçada, brinque com o cão e o elogie, tornando o percurso mais bacana.
Em seguida, suspenda a brincadeira, mude a direção e pise na rua. Assim que o cão fizer o mesmo, pare e puxe a guia, impedindo-o de continuar. É importantíssimo reforçar que o objetivo do tranco é causar desconforto no cão, e nunca machucá-lo. Diga “não!”, em tom de reprovação, e leve-o em direção à calçada. A idéia é fazer o cão associar o ato de pisar na rua com alguma coisa negativa.
Continue o passeio na calçada com o mesmo tom agradável de antes. De vez em quando, pise na rua. O exercício só estará concluído quando o cachorro se negar a pisar nela sem seu comando.
Treine o cão em diferentes lugares para que ele entenda que a proibição vale para todas as ruas. Lembrando que os treinos não devem ser cansativos para o cachorro. Faça os exercícios por alguns minutos, pare e depois repita.
Longe do dono
Para o cão não pisar na rua quando você não estiver perto dele, substitua a guia curta por outra, bem mais longa (pode ser uma corda). Peça para que alguém te ajude segurando a guia de longe, enquanto você está com o cachorro na calçada.
Procure brincar com o cão, como se ele estivesse solto. De vez em quando, vá até a rua. Se ele tentar ir com você, seu ajudante deverá puxar a guia ou a corda para impedir. O treino deve ser repetido até o cão deixar de segui-lo rumo à rua.
Testando...
Teste o aprendizado em situações extremamente tentadoras para o cão. Cada um de nós conhece as preferências de seu cachorro. Serão os atrativos usados para testá-lo e saber se ele está preparado para resistir a uma bolinha atirada na rua ou a uma fêmea no cio do outro lado da calçada, entre outras tentações.
Para segurança do cão, os testes sempre devem ser feitos com ele na guia. Se ele ameaçar atravessar a rua, tem de ser repreendido com um puxão de guia.
Mesmo quando o cachorro mostrar que não pisa mais na rua de jeito nenhum é importante submetê-lo, de tempos em tempos, novamente aos testes.
Proibido atravessar
Depois de ter deixado de atravessar ruas, o cão pode ser ensinado a atravessá-las somente em um caso: quando receber comando de você e estiver ao seu lado. Para comandá-lo, use a palavra “junto” ou outra de sua preferência. Antes de atravessarem, diga o comando em voz alta, para deixar a situação bem clara, e, segurando com firmeza a guia, conduza o cão pela rua até alcançarem a outra calçada. Ao chegarem lá, dê a ele uma boa recompensa.
Lembre-se
Se tiver dúvida, ou não estiver conseguindo o resultado necessário, procure ajuda de um profissional para não correr riscos de acidentes.
11 9526-2979
“Quando deixamos os cães sozinhos, eles podem se comportar de maneira totalmente imprevisível, roendo e rasgando coisas , estragando e sujando tudo em casa. São sinais de ansiedade tristeza, e não atos de vingança.”
“ A maioria dos cães adora a sensação do vento na cara , pois isso lembra a emoção de uma perseguição em alta velocidade.”
“ Os cães possuem um campo de visão mais amplo que o nosso, e vêem o mundo basicamente em tons vermelhos.”
1.Os burros são burros?
Muito pelo contrário. São considerados até mais inteligentes que os cavalos e são cheios de personalidade. É muito provável que a fama do burro venha do seu hábito de empacar. O que pouca gente sabe é que os burros empacam simplesmente porque querem parar naquele determinado momento. Logo, quando mandamos o burro andar e ele não sai do lugar, não é porque é “burro” e não entende o que estamos falando. Na verdade, ele está fazendo o que ele quer e não o que nós queremos.
2.Por que os cães fazem xixi nos pneus dos carros?
Esse é um fato que deixa muito dos motoristas doidos da vida. Mas você sabe por que os cachorros fazem isso? A verdade é que existem alguns materiais que os cães gostam mais de usar como banheiro. É o caso, por exemplo, da madeira e da borracha. Mas o motivo que leva o cachorro a fazer xixi nos pneus dos carros, não é o material em si, e sim o fato de a roda conter uma série de cheiros adquiridos durante os trajetos diários, passando por cima de quase tudo, inclusive da urina de outros cães. Como alguns cachorros já “visitaram” aquele lugar e deixaram seu registro ali, o cão então sente a necessidade de também deixar a sua marca.
3.Por que alguns cães e gatos têm o costume de comer grama?
Se você vir seu bicho de estimação comendo grama, não se assuste... Ele não virou vegetariano nem está querendo vomitar, ao contrário do que muitos acreditam. Na verdade, a grama ajuda a limpar o intestino dos animais. No caso dos cães, acredita-se também que esse costume venha de seus ancestrais. Há muito tempo atrás, os lobos se alimentavam de animais herbívoros e, indiretamente, consumiam um pouco de vegetais de dentro do estômago e intestino desses bichos. Mas, fique esperto: seu bichinho pode contrair verminoses se ingerir a grama de determinados lugares. O legal é comprar sementes em Pet Shops, próprias pra isso, e plantar em casa pro seu cachorro ou gato poder comer tranqüilamente.
4.Por que os cachorros ficam dando voltas antes de deitar?
É um comportamento herdado de seus ancestrais. Os lobos tinham o hábito de dar voltas pra checar o solo ou a grama, uma boa maneira de se prevenir de espinhos ou de qualquer outra coisa que pudesse machucá-los... Além disso, essas “voltinhas” serviam também como estratégia de sobrevivência! Era uma forma de verificar a direção do vento, para deitar numa posição que permitisse perceber a aproximação de algum predador pela retaguarda ou sentir o cheiro do animal que tentasse atacar pela frente
5.Os cães podem pressentir a chegada do dono?
Basta você pisar no prédio e seu cachorro já está na porta do apartamento, abanando o rabo e esperando por você... Mas como ele sabe que você já chegou, se ele ainda nem te viu? Será sexto sentido? Telepatia? Bola de cristal, Visão raio x??? Na verdade, fatores mais lúcidos podem explicar esse comportamento. O olfato e a audição canina são muito superiores a do ser humano. Acredite: da corrente de ar vinda do vão do elevador o cão pode sentir nosso cheiro, assim como é capaz de ouvir e reconhecer o motor do nosso carro na garagem! O cachorro também consegue associar pequenos acontecimentos do cotidiano pra saber mais ou menos o momento do dia em que o proprietário chega. Por exemplo: ele pode relacionar o toque do sino de uma igreja à chegada do dono.
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